sábado, 2 de maio de 2020

Cinesiologia - Ombro

Deltoide


Origem: terço lateral da clavícula (porção clavicular), acrômio (porção acromial) e espinha da escápula (porção espinal).
Inserção: tuberosidade deltoidea (úmero).
Função:
  • Clavicular: flexão, flexão horizontal (abdução horizontal), acessório em: abdução e rotação interna.
  • Acromial: abdução, extensão horizontal (adução horizontal).
  • Espinal: extensão horizontal, acessório em: extensão e rotação externa.

Coracobraquial


Origem: processo coracoide da escápula.
Inserção: superfície medial do eixo umeral.
Função: flexão, flexão horizontal (abdução horizontal), acessório em: adução, rotação interna e rotação externa.

Supraespinal


Origem: fossa supraespinal da escápula.
Inserção: tubérculo maior do úmero.
Função: abdução, acessório em: rotação externa.

Infraespinal


Origem: fossa infraespinal da escápula.
Inserção: tubérculo maior do úmero.
Função: rotação externa, extensão horizontal (adução horizontal).

Redondo menor


Origem: borda lateral da escápula.
Inserção: tubérculo maior do úmero.
Função: rotação externa, extensão horizontal (adução horizontal).

Redondo maior


Origem: superfície dorsal do ângulo inferior da escápula e porção inferior da borda lateral da escápula.
Inserção: crista do tubérculo maior do úmero.
Função: extensão, adução, rotação interna, acessório em: extensão horizontal.

Subescapular


Origem: fossa subescapular.
Inserção: tubérculo maior do úmero.
Função: rotação interna, acessório em: flexão, abdução, adução e flexão horizontal (abdução horizontal).

Peitoral maior


Origem: metade medial da clavícula (porção clavicular), esterno, 2ª a 7ª cartilagens costais (porção esternocostal), camada anterior da bainha do reto (porção abdominal).
Inserção: tubérculo maior do úmero.
Função: flexão, adução, flexão horizontal (abdução horizontal), extensão, acessório em: abdução, rotação interna.

Latíssimo do dorso


Origem: processos espinais de T7 a T12, fáscia toracolombar, crista ilíaca, 2ª a 9ª costelas, ângulo inferior da escápula.
Inserção: crista do tubérculo menor e assoalho do sulco intertubercular do úmero.
Função: extensão, adução, acessório em: rotação interna e extensão horizontal.

Bíceps braquial


Origem: processo coracoide da escápula (porção curta), tubérculo supraglenoide da escápula (porção longa).
Inserção: tuberosidade radial e fáscia profunda do antebraço (aponeurose bicipital).
Função: acessório em: flexão,abdução, adução, rotação interna, flexão horizontal (abdução horizontal).

Tríceps braquial


Origem: tubérculo infraglenoide da escápula (cabeça longa), face posterior do úmero, acima do sulco do nervo radial (cabeça lateral), face posterior do úmero, abaixo do sulco do nervo radial (cabeça medial).
Inserção: face posterior do olécrano da ulna.
Função: cabeça longa acessória em: extensão e adução.


Flexão
Extensão
Abdução
Adução
Rotação interna
Rotação externa
Flexão horizontal
Extensão horizontal
Deltoide clavicular
MP

AC

AC

MP

Deltoide acromial


MP




MP
Deltoide espinal

AC



AC

MP
Coracobraquial
MP


AC
AC
AC
MP

Supraespinal


MP


AC


Infraespinal





MP

MP
Redondo menor





MP

MP
Redondo maior

MP

MP
MP


AC
Subescapular
AC

AC
AC
MP

AC

Peitoral maior clavicular
MP

AC

AC

MP

Peitoral maior esternocostal

MP

MP
AC

MP

Latíssimo do dorso

MP

MP
AC


AC
Bíceps braquial porção longa


AC





Bíceps braquial porção curta
AC


AC
AC

AC

Tríceps braquial porção longa

AC

AC





sexta-feira, 1 de maio de 2020

Cinesiologia - Cintura escapular

Levantador da escápula


Origem: Apófises transversas de C1 e C2, turbérculos posteriores das apófises transversas de C3 e C4.
Inserção: Ângulo superior e borda medial da escápula.
Função: Elevação.

Rombóides


Origem: rombóide maior: processos espinhosos de T1 a T4; rombóide menor: processos espinhosos de C6 e C7.
Inserção: borda medial da escápula.
Função: elevação, adução, rotação inferior.

Serrátil anterior


Origem: 1ª a 9ª costelas.
Inserção: borda medial da escápula.
Função: Abdução, rotação superior.

Peitoral menor


Origem: superfície anterior da 3ª, 4ª e 5ª costelas e fáscia sobrejacente aos espaços intercostais.
Inserção: apófise coracoide da escápula.
Ação: depressão, abdução e rotação inferior.

Trapézio


Origem: ocipital, ligamento nucal, processos espinhosos de C7 a T12.
Inserção: espinha da escápula, acrômio, lateral da clavícula.
Função:
  • Descendente: elevação, rotação superior.
  • Transverso: adução.
  • Ascendente: depressão, rotação superior. 



Elevação
Depressão
Abdução
Adução
Rot. Sup.
Rot. Inf.
Levantador da escápula
MP





Rombóides
MP


MP

MP
Serrátil anterior


MP

MP

Peitoral menor

MP
MP


MP
Trapézio Descendente
MP



MP

Trapézio Transverso



MP


Trapézio Ascendente

MP


MP




quarta-feira, 11 de março de 2020

Resumo de escalas

Nesta postagem, listarei as escalas mais utilizadas pelos fisioterapeutas, seja em ambiente hospitalar, ambulatorial ou na clínica. A listagem baseia-se na experiência profissional do autor, portanto podem faltar itens, visto que cada centro de saúde pode ter seu padrão de escalas.

Geral

 

Escala de coma de Glasgow

Fonte: Universidade Federal de Juiz de Fora
Em 2018, Teasdale, Brennan e Murray, adicionaram a variável reatividade pupilar à avaliação da ECG. Avalia-se a resposta da pupila a um estímulo luminoso. Se as duas pupilas estiverem fotorreagentes, mantém-se a pontuação avaliada anteriormente; se uma das pupilar estiver reagente e a outra não, subtrai-se 1 ponto da pontuação; se as duas pupilas não estiverem fotorreagentes, subtrai-se 2 pontos.

 

Escala de agitação/sedação RASS

Fonte: ineuro.com.br

 

 

Escala de força do MRC

 

 

Escala de Manchester

 

 

Escala de Braden - risco de lesão por pressão

 

 

Escala de Morse - risco de quedas

Urbanetto, et. al (2013). Clique para ver maior.

 

Escala de independência funcional de Barthel 

A escala de Barthel avalia a independência funcional em uma pontuação de 0 a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, maior a independência. Quanto mais próximo de 0, mais dependente.

A escala pode ser acessada clicando aqui.


Escala Rankin - Incapacidade

 

Neuro

 

Escala ASIA - Lesão medular, trauma raquimedular

Fonte: American Spinal Injury Association

 

Escala de Hoehn e Yahr - Parkinson

Fonte: Unesp. Clique na imagem para ver em tamanho maior.

 

Escala de Ashworth - Tônus

 

Escala NIHSS (AVC)

A escala do National Institute of Health é a escala mais utilizada para avaliação e acompanhamento de pacientes com AVC. É composta por uma série de itens que devem ser avaliados sequencialmente, somando no máximo 42 pontos. Quando maior a pontuação, pior o estado do paciente.

A escala NIHSS pode ser acessada clicando aqui.



Cardiorrespiratória

Escala NYHA

A escala da New York Heart association (NYHA) avalia a gravidade dos sintomas em pacientes com doenças cardíacas.


Escala GOLD - DPOC

A escala GOLD avalia a gravidade da doença pulmonar obstrutiva crônica com base nos dados da espirometria.




Referências

  • Glasgow Coma Scale; What is the Glasgow Coma Scale Pupils Score?; disponível em: https://www.glasgowcomascale.org/what-is-gcs-p/; acesso em 11 de março de 2020;
  • URBANETTO, J. S., CREUTZBERG, M., FRANZ, F., OJEDA, B. S., GUSTAVO, A. S., BITTENCOURT, H. R., STEINMETZ, Q. L., FARINA, V. A.; Morse Fall Scale: tradução e adaptação transcultural para a língua portuguesa; Rev. esc. enferm. USP vol.47 no.3 São Paulo June 2013;